sexta-feira, 27 de junho de 2008

GESTORES PRECISAM, MAS NÃO SABEM COMO DELEGAR FUNÇÕES

O ideal é que a liderança invista em conhecer as pessoas, perfil psicológico e desenvolver equipes, para poder delegar e obter resultados efetivos com pouca supervisão



*Paulo Chebel



Junho de 2008 - Delegar uma atividade à alguém quer dizer pedir para que uma pessoa ou grupo execute certas ações de acordo com o entendimento do solicitante. A grande dificuldade em delegar está no sentimento que as pessoas têm que outras pessoas não farão a atividade solicitada tão bem quanto elas mesmas. O provérbio popular que diz ‘Se quiser que algo seja bem feito, faça você mesmo!’, tem muita verdade embutida, pois as pessoas não checam o entendimento do que foi pedido e por consequência o resultado não é compatível com a solicitação.

Em primeiro lugar temos que avaliar a comunicação entre o solicitante e o executor. Nem sempre o que foi solicitado é interpretado pelo interlocutor como o solicitante gostaria, mas o mesmo não checa o entendimento, e vice-versa. O que é checar o entendimento? É uma técnica muito simples e de fácil execução, mas 99% da pessoas não a aplica por vergonha, desconhecimento, preguiça, etc. Faça um teste, quando alguém lhe pedir algo diga o seguinte: ‘vou repetir o que você disse, com as minhas palavras, para ter certeza que eu entendi corretamente o que você está pedindo”. Desta forma você garante que a mensagem foi interpretada da forma correta e se a sua interpretação não estiver correta com certeza será corrigida.

O segundo ponto a ser analisado é o perfil psicológico de cada pessoa. Não é tão difícil assim perceber que as pessoas são diferentes e por consequência agem de forma diferente perante a mesma situação. Para tornar um assunto que é complexo de fácil entendimento podemos usar um exemplo. Pense em um contador, um analista financeiro, ou cargo similar, que executa tarefas repetidas diariamente e que precisa prestar muita atenção para não classificar uma conta contábil incorretamente ou realizar uma análise financeira imprecisa. O trabalho precisa ser feito, checado e verificado antes de ser entregue ou concluído. Conhece alguém?

Imagine agora que você vai lançar um novo produto e precisa de uma identidade visual para este novo produto. Vá até o contador, analista financeiro ou similar e peça para ele ou ela desenvolver esta identidade visual. O que acontecerá? É isso mesmo, ele ou ela terá muita dificuldade em realizar a tarefa e o produto final não será muito bom. Faço o inverso, peça para uma pessoa de marketing ou posição similar, para auditar ou conferir um balanço contábil. Você verá como é fácil deixar alguém extremamente irritado e incomodado.

Nesse exemplo fica claro que para delegar é preciso conhecer um pouco da personalidade e características do indivíduo para quem estamos delegando para não pedir algo que não ficará bom, não somente por falta de entendimento, mas também por falta de habilidade ou conhecimento para tal tarefa. Não podemos confundir vontade com habilidade e conhecimento.

Ao percebermos que as pessoas são diferentes, e que agem de forma única para a mesma situação, fica fácil demonstrar que ao formarmos uma equipe, composta por várias pessoas, temos que identificar o que cada um é capaz de fazer bem via suas habilidades e principalmente entender as características de sua personalidade. No entanto, é preciso salientar que quando as pessoas estão trabalhando em conjunto elas tem um comportamento específico que já foi estudado, por especialistas, e passa por 4 grandes etapas e somente na última etapa é que realmente irão trabalhar em conjunto apoiando-se mutuamente.

As 4 etapas, de acordo com Bruce Tuckman ou no modelo de Liderança Situacional de Hersey e Blanchard, são: ‘Formação’ da equipe - onde há muita incerteza sobre o trabalho e dependência do líder (Telling na Liderança Situacional), a segunda etapa é a de ‘Desordem’ (Selling na Liderança Situacional) - onde cada individuo tenta vender a sua idéia em detrimento das outras idéias apresentadas e a tomada de decisões depende muito da liderança, a terceira etapa é a ‘Normatização’ (Participating na Liderança Situacional) - onde as grandes decisões são consensadas no grupo e pequenas decisões são tomadas indiv idualmente em prol do grupo, mas a participação do líder ainda é necessária, e a quarta etapa é a ‘Performance’ (Delegating na Liderança Situacional) - onde a equipe, que não é mais um grupo, sabe o que esta fazendo e como, defende seu ponto de vista com união e uniformidade com pouquíssima dependência e interferência da liderança.

Isto quer dizer que uma tarefa poderá ser delegada para a equipe, quando estiver no último estágio – ‘Performing’ ou Delegating - e esta saberá como agir, necessitando pouquíssima interferência, e em conformidade com o líder que solicitou tal tarefa.

O ideal é que a liderança invista em conhecer as pessoas, perfil psicológico, e desenvolver equipes, segundo Tuckman, para poder delegar e obter resultados efetivos com pouca supervisão, ficando assim disponível para atuar em outros assuntos sem ter receito sobre o resultado do trabalho.



Paulo Chebel é especialista em direção empresarial e diretor da Outstretch Empreendimentos e Negócios – www.outstretch.com.br

LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO EM PRÁTICAS PROFISSIONAIS

Curso, em São Paulo, aborda como desenvolver a comunicação
escrita e a redação empresarial


Julho 2008 – Demonstrar, ampliar e exercitar métodos fundamentais para a correta elaboração de textos de trabalho cotidiano, tornando a comunicação interna e o atendimento a clientes mais adequados e proficientes é o objetivo do treinamento “Linguagem e Comunicação em Práticas Profissionais”, que acontecerá nos dias 10 e 11 de julho, em São Paulo.

Através de exploração de textos, exercícios escritos e orais, dinâmicas e interação do público-alvo, a facilitadora Elaine Cristina Giomo, professora há mais de 20 anos, mestranda no curso de Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, apresenta formas para melhorar a qualidade da comunicação escrita na vida profissional e pessoal.

O treinamento está voltado para os profissionais que precisam estar atualizados e aptos para multiplicar os conceitos à outros colaboradores da empresa em que trabalham e também as pessoas que utilizam da comunicação escrita em sua rotina de trabalho por meio de textos comerciais.

Serviço


São Paulo/ SP
Data: 10 e 11 de julho
Horário: das 8h às 17h30
Local: INSADI - Rua Bela Cintra, 967 - 8º andar - Cj. 81 - Ed. Padre Manoel da Nóbrega - Jd. Paulista - São Paulo/SP - Estação Consolação do Metrô

quarta-feira, 11 de junho de 2008

ME INCLUA FORA DISSO Uma Farsa Corporativa

ME INCLUA FORA DISSO Uma Farsa Corporativa

De 14 de junho a 03 de agosto

Disputa por promoções, ambição de ocupar o lugar do chefe, sonhos de consumo, metas impossíveis de serem atingidas, poder de cima para baixo e submissão debaixo pra cima.Tudo isso pode ser muito mais que a vida nas grandes corporações: é teatro!


“Me Inclua Fora Disso – Uma Farsa Corporativa” é uma reflexão bem-humorada sobre os aspectos que envolvem o dia-a-dia nas grandes multinacionais. O projeto pretende passar a limpo métodos de seleção, promoção e controle de comportamento humano no ambiente de trabalho contemporâneo, as chamadas “modernas técnicas de RH”, norteadas por lemas como: “o funcionário é nosso maior bem, o homem é o maior patrimônio da empresa”.

A peça quer revelar esse homem como um patrimônio, afinal ele conhece todos os meandros e entraves do processo produtivo, sabe como resolvê-los e, muitas vezes, tem idéias para isso; curioso é que essas idéias podem pôr em risco seu próprio emprego. Compreender e traduzir um fenômeno típico destes tempos de globalização: o fim do emprego fixo e o surgimento do monstro da terceirização; a extinção da “carteira assinada” e o nascimento das cooperativas de trabalhadores prestadores de serviços; a relação entre o trabalhador e as grandes corporações. Refletir de forma bem humorada sobre o homem perdido em meio a esse contexto histórico, dividido entre ideologias, exposto a um mundo de informações cada vez mais rápidas, lidando cada vez menos com pessoas e cada vez mais com um amontoado de máquinas e siglas e cargos, lutando com todas as suas armas para segurar seu lugar ao sol.

Em tom nitidamente conspiratório, quatro personagens se encontram num lugar da empresa onde nunca estiveram. Eles são muito diferentes um do outro, mas todos têm uma coisa em comum: a certeza de que seu futuro está nas mãos da empresa e de que a vida nas grandes corporações é a única saída. Após alguns minutos de impasse e questionamentos, o mistério é finalmente resolvido pela autoridade do RH: todos são concorrentes para uma promoção, com direito a toda regalia sonhada por qualquer executivo. Alguém será rebaixado e um outro será demitido.

Começa um verdadeiro “salve-se quem puder!” E, para conseguir tal promoção, eles terão que enfrentar uma série de disputas pessoais e outras tantas impostas pela empresa por meio de modernos jogos e dinâmicas de grupo “sintonizadas com o mundo globalizado”.

Tudo isso, com um agravante: quem decide o felizardo a ser promovido e o infeliz a ser demitido será o próprio grupo. A partir dessa revelação, as máscaras começam a cair e as verdadeiras opiniões sobre o mundo globalizado começam a vir à tona.

ARTIFICIOS CÊNICOS

Gerson Steves, autor e diretor de “Me Inclua Fora Disso”, após 25 anos atuando como publicitário e simultaneamente como ator/diretor e dramaturgo, decidiu elaborar uma reflexão sobre o tão decantado mundo corporativo com o qual conviveu. Atualmente capitaneia a preparação do espetáculo em paralelo aos ensaios de Megera Domada de Cacá Rosset, em que atua.

O nome da peça, Me Inclua Fora Disso, designa uma secreta sensação de todos aqueles que adentram o mundo labiríntico dos escritórios e departamentos das grandes empresas. Assim, um número menor de cadeiras e mesas que o de personagens, acentua o verdadeiro jogo das cadeiras que é o mundo corporativo.

O subtítulo, que qualifica a peça, Uma Farsa Corporativa, é quase indicador de gênero, em que personagens com características visivelmente acentuadas vivem um grande jogo de erros a acertos na busca de uma promoção. As quatro personagens centrais são conduzidas por uma quinta a uma sucessão e experiências inspiradas em jogos teatrais: inversões de papéis, construções de outras personagens, repetições, imitações, projeções imaginativas de futuro. Uma comédia ácida, com certo sabor de derrota iminente.

O cenário, a iluminação, o figurino e a sonoplastia remetem todo o tempo à aridez típica desses ambientes em que certa impessoalidade e frieza forçam os indivíduos a um comportamento duro e por vezes, angustiado e ansioso. O que se revela pelo estado corporal e vocal dos atores no papel daqueles que nunca relaxam, que estão sempre alerta e nunca confortáveis. A partitura gestual é objetiva e meticulosamente desenhada; as ações, repetitivas e, por vezes, mecânicas.

O objetivo principal do espetáculo é causar identificação. Que o público veja em cena alguém que conhece na vida: o marido, a esposa, o pai, a mãe, o patrão. Ou a si mesmo – o que pode significar uma experiência, no mínimo, divertida e esclarecedora.

A trilha concebida por Fê Pinatti busca a possibilidade musical existente na repetição sonora dos ruídos habituais do ambiente de trabalho: digitar de teclados de computador, sons de computador ligando e desligando (ou de erro), de conexão discada de internet, telefones tocando, carimbos, elevadores etc. Esses sons repetidos e unidos resultam numa espécie de música árida, mecânica, que causa e ressalta o desconforto das personagense que pontuam situações de humor.

Me Inclua Fora Disso – Uma Farsa Corporativa. Estréia dia 14 de junho, sábado, às 21h30. Temporada – aos sábados 21h30 horas e domingos às 19 horas. Texto e Direção Geral - Gerson Steves. Elenco - Adriana Azenha, Luciana Ramanzini, Melissa Comunalle, Roberto Rocha e Marcel Ribeiro. Iluminação - Kleber Montanheiro. Cenário - Antonio Ribeiro e Gerson Steves. Figurino - Gerson Steves. Sonoplastia -Fê Pinatti. Programação Visual - Douglas Germano. Produtor Executivo - Christian Valle. Assistência de Produção - Samara Teixeira. Assistência de Direção - Antonio Ribeiro. Produção Geral - Usina de Criação e Produção. Duração – 100 minutos. Censura – 12 anos. Ingressos – R$ 20,00 e R$ 10,00 (estudantes e maiores de 65 anos). Até 3 de agosto. YouTube: http://youtube.com/watch?v=eAaZCP_yPv4

TEATRO ALIANÇA FRANCESA - Rua General Jardim, nº. 182, Vila Buarque. Capacidade: 230 lugares. Acesso para deficientes. Ar condicionado. COMPRE INGRESSOS - Central de vendas: (11) 3188.4141 de terça a domingo, das 11h às 19h. (Aceitam-se todos os cartões de crédito). Bilheteria: De quarta a sexta das 18h às 21h30, sábados das 14h às 22h e domingos das 10h às 20h30. (Aceitam-se cheque, dinheiro e cartões de débito).

Assessoria de Imprensa: JS Comunicação

quinta-feira, 5 de junho de 2008

EVENTO BUSCA FORMAR A PRIMEIRA COMUNIDADE DIGITAL DA BAIXADA SANTISTA

Um circuito de palestras com a presença confirmada de importantes nomes do meio digital discutirá as oportunidades de negócio na Internet no próximo dia 10 de junho


“Queremos formar uma comunidade digital aqui na região. Vamos discutir novos produtos, serviços, trazer empresários e estudantes interessados no desenvolvimento de novos projetos para a internet”. A afirmação é do supervisor de Projetos e Novos Negócios do Sistema A Tribuna de Comunicação, Márcio Caixeta, ao definir o objetivo principal do evento que busca criar um compartilhamento de informações, o 1° ENCONTRO DIGITAL - Internet com Foco em Negócios.


Confirmado para o próximo dia 10 de junho, o ENCONTRO DIGITAL será uma “ótima oportunidade”, diz Caixeta, para os profissionais que estão iniciando sua carreira, principalmente, para os que se interessam pelo mercado publicitário na internet se atualizarem e assistirem palestras de profissionais de sucesso no meio digital.


A primeira edição do evento contará com a participação do diretor de mídia on-line da agência DM9DDB, Fábio Saad; do CEO Co-funder do Cyber Cook e Cyber Diet, Alexandre Canatella e do gerente comercial do portal de notícias Folha Online, Luciano Belfiore. No evento, os convidados irão traçar o perfil do mercado na web, apontando as perspectivas para 2008. Após a apresentação dos palestrantes, os participantes poderão realizar um debate sobre o tema.


O ENCONTRO DIGITAL chega com a proposta de ser um evento pioneiro em Santos que abordará conceitos sobre o meio digital, apresentará cases em diversos segmentos como comunicação e marketing, abordará a atuação da Região Metropolitana da Baixada Santista e São Paulo Capital no mercado digital, investimentos publicitários na internet, oportunidades de trabalho e negócios na rede, métricas e formatos de campanha on-line, rede social e produção e venda de conteúdo segmentado.


Realizado por A Tribuna Digital, o projeto conta com o apoio do jornal A Tribuna, Associação Comercial de Santos – ACS e Strong Solutions. Entre os colaboradores também figuram empresas e associações como Renault Estoril, Mendes Hotéis, IPAT, Tecnoponta Treinamentos, KBR Tec, Virtual Paper, Lista Online, Certain Lines, I-group e a Fire Mídia – Comunicação, Internet e Eventos.


O 1º Encontro Digital será realizado, no próximo dia 10 de junho, no auditório da Strong Solutions – FGV, localizado na Avenida Conselheiro Nébias, 159, Paquetá, em Santos. As palestras têm início às 18 horas e para participar é necessário cadastrar-se no site www.encontrodigital.com.br. O evento é gratuito.




SERVIÇO:

1º Encontro Digital – Internet com Foco em Negócios

www.encontrodigital.com.br

Data: 10 de junho de 2008

Horário: das 18h às 22h30

Local: Av. Conselheiro Nébias, 159, Paquetá – Santos