quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Alternativa na demissão de executivos!

 

 

 

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Alternativa na demissão de executivos!

Por Laerte Cordeiro

            

Nestes últimos tempos, a demissão de executivos das empresas vai se tornando fato corriqueiro no mercado, complicado por não haver oferta de vagas capaz de rapidamente absorver os profissionais que perdem seus empregos.

 

Algumas empresas mostram preocupação com os destinos dos seus demitidos, outras nem tanto. Em alguns casos falta a preocupação, noutros faltam recursos financeiros para proporcionar condições de saída mais favoráveis.

 

Em verdade, vejamos quais as alternativas disponíveis para as empresas demissoras, com relação aos seus executivos demitidos:

 

1.                         Não fazer nada de especial: "Passe no caixa"- É o velho "Passe no Caixa", cumprindo-se apenas a responsabilidade trabalhista legal da Empresa para com o seu demitido. Ocorre a rescisão, sem adição de qualquer beneficio extra, na saída.

 

2.            "Passe no caixa II" - Versão modificada do modelo anterior, dando-se em alguns casos um aviso prévio pago em valores ampliados (p.ex.: 3 meses de salários) ou a manutenção do convênio médico por alguns meses até arrumar um novo emprego, ou ainda mais alguns benefícios adicionais. Não há qualquer preocupação manifesta, com relação à recolocação do demitido.

 

3.            Apoiar a recolocação via recursos humanos - É quando a empresa demissora, além de praticar o "Passe no Caixa II", procura ajudar o seu executivo demitido a se recolocar no mercado, através de esforços diretos do seu próprio Departamento de Recursos Humanos. Embora tal procedimento possa funcionar razoavelmente para funcionários/operários, não apresenta grande sucesso com relação à recolocação de executivos. Em geral é difícil convencer outras empresas de que o profissional que não deu certo em nossa organização será bom para elas. Além do que, a maioria dos executivos não se agrada muito da hipótese de ser ajudado pela área de Recursos Humanos que negociou e providenciou sua saída.

 

  1. Apóia recolocação via concessão de beneficio financeiro extra - Vez por outra a empresa demissora se propõe a ajudar a recolocação do seu executivo demitido dando-lhe um verba extraordinária para que o mesmo procure uma consultoria de recolocação e compre, como pessoa física, os serviços de orientação e apoio especializado de que necessita. Este procedimento tem o inconveniente, para a empresa, de que o dinheiro dado nem sempre é aplicado na aquisição daquele serviço e muitas vezes vai para o consumo do demitido. O dinheiro some mais depressa do que se imagina. De repente não tem mais o dinheiro, nem o novo emprego. Observe-se que em muitos casos, o demitido volta à empresa para pedir nova ajuda.

 

  1. Apoiar a recolocação com serviços especializados contratados pela empresa demissora - É o que se chama de "OUTPLACEMENT". A empresa demissora contrata ela mesma uma consultoria especializada na Orientação e Apoio para Recolocação de Executivos e inclui tal beneficio no "pacote" de saída do executivo. Arca com toda a despesa e permite ao seu demitido escolher a empresa que lhe prestará os serviços, encaminhando-o para consultorias reputadas. Acompanha o desenrolar do projeto de recolocação e apóia o processo onde for o caso. É importante lembrar que o executivo demitido que tem o "Outplacement" como beneficio de saída, recebe implicitamente uma recomendação da empresa demissora, subentendendo-se que a mesma nada tem contra o seu ex-profissional, o que é importante para as empresas que por ele possam se interessar.

 

Benefícios para as empresas:

 

Os benefícios da adoção da política de "Outplacement" para os  executivos a serem eventualmente demitidos são importantes para a empresa demissora. Senão vejamos:

 

  •  Demonstra, objetivamente, aos seus executivos sua preocupação com sua responsabilidade social.

 

  •  Assegura a manutenção de um bom relacionamento com o executivo demitido.

 

  •  Resolve, com menos dor, conseqüências de decisões gerenciais equivocadas do passado.

 

  •  Cria condições para efetuar mudanças internas, sem maior desumanidade, ao final.

 

  •  Desenvolve/mantém uma imagem positiva como empregadora no mercado.

 

  •  Prestigia antiguidade, lealdade e dedicação histórica na hora de uma eventual separação.

 

  • Não deixa ao desamparo o executivo demitido - muitas vezes despreparado para recolocar-se no mercado de trabalho - e quase sempre inicialmente fragilizado psicologicamente.

 

As empresas mais atualizadas e modernas, que percebem sua responsabilidade social, principalmente junto ao seu contingente de recursos humanos, já estão hoje adotando a política do "Outplacement" para seus executivos. Embora aumentando gastos, os benefícios diretos e indiretos para essas empresas e para os seus executivos, mais do que justificam tal investimento.

 

 

Sobre Laerte Cordeiro

Laerte Leite Cordeiro é consultor Sênior de Hunting, Outplacement e Coaching da Laerte Cordeiro Consultoria. Atua como consultor profissional na Área Geral de Recursos Humanos em São Paulo, em projetos de contratação de executivos, outplacement, coaching e planejamento e desenvolvimento organizacional, contribuindo com seus conhecimentos técnicos, experiência profissional especializada e network de relacionamento. Tem carreira universitária desenvolvida durante 15 anos como professor "full-time" da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas e no Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos. É mestre em Administração pela Michigan State University, dos Estados Unidos, Economista pela Faculdade de Economia S.Luís, São Paulo e conta com especialização em Management e Recursos Humanos nas Universidades de Harvard e Stanford, nos Estados Unidos.

 

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

LAÇOS QUE SE ENTRELASSAM (Sérgio Dal Sasso)

Se existe uma coisa que gosto tem a ver com o escrever, pois não tem coisa mais fascinante do que querer retratar e tentar traduzir o que se pensa de uma forma mais ou menos organizada no papel de antes, no computador de hoje.

Talvez tudo que faça nem sempre terá tanto significado para quem lê, pois os estados de cada uma são diferentes pelo tempo e momento, e por isso a importãncia tem que ser para si, já que fazemos pelo gosto e que se isso tiver sentindo para você, então ótimo, mas se não, entenda que qual seja o teor do tema, profissional ou pessoal, amo a todos, pois levam o tudo que sou e por isso minha própria autenticidade.

Nunca gostei de ser cópia e assim vou levando a vida movendo-a pela sensação de que os ventos vão soprar levando-me na direção dos fatos, que somando ou não trarão de alguma forma experiências que podem adicionar algo sempre.

Quando buscamos pela própria evolução nunca lamentamos o que já se foi, pois sempre farão as partes que fundamentarão nossas construções, nossas buscas pelos pontos que transferem segurança, que fazem a composição de algo mais amplo, mais feliz.


Trabalhe para reter mais clientes

 

Trabalhe para reter mais clientes

*Ezequias Sena

 

Segundo a American Marketing Association, as empresas perdem 10% dos seus clientes todos os anos. E conquistar novos clientes pode exigir cinco vezes mais investimentos do que para manter os atuais. Ao pesar na balança, percebemos que muito poderia ter sido feito para aumentar os índices de retenção. Muitas vezes, quando nos damos conta dessa realidade, não há mais tempo hábil para manobras inteligentes.

 

Assim que se conquista um novo cliente, o próximo desafio é identificar as bases para que se possa cultivar um relacionamento de longa data. Já se tornou lugar comum falar sobre a "infidelidade" do cliente. Afinal, quando não há vínculos mais sólidos e uma relação de confiança entre as partes, qualquer benefício a mais é um bom pretexto para se mudar de fornecedor de produtos e prestador de serviços.  Mas, não é preciso analisar a fundo esse comportamento para descobrirmos que tudo poderia ser diferente se pequenas manobras de aproximação e interesse tivessem sido postas em prática.

 

Neste mercado cada vez mais competitivo, empresas de grande porte colocam em prática seus projetos de atendimento personalizado ao cliente, aumentando a vida útil da conta. Mais do que isso, os novos clientes que surgem como desdobramento do negócio têm muito mais chances de dar certo e serem rentáveis – haja vista que foi necessário  muito pouco esforço nessa conquista que já vem com um subjetivo selo de qualidade e confiança.

 

A aferição dos índices de retenção de clientes é fácil. Um dos modos mais simples é criar uma planilha contendo todos os clientes, ano a ano. Imprima uma cópia da lista de clientes atendidos até dezembro de 2007. Depois, gere uma outra similar com as empresas atendidas até dezembro do ano passado. Compare a lista de clientes de 2007 e 2008. Se 10% dos clientes que constavam na lista em 2007 não tiverem feito nenhum negócio com sua empresa durante o ano passado, isso resulta em uma margem de retenção de 90% ­ que é bastante realista em produtos e serviços de primeira necessidade.

 

Pode parecer, à primeira vista, que perder 10% dos clientes ano a ano não é grande coisa. Esse é um dos piores erros de julgamento, porque, se não houver um grande empenho para repor a totalidade dos clientes, a empresa estará morta dentro de uma década.

 

Além disso, tão logo as dificuldades da empresa em reter e conquistar clientes sejam observadas de perto pela concorrência, mais cedo ainda usarão esse déficit para "bater sua carteira". Os mais atentos converterão esse simples dado em cifras, podendo prever quanto investimento está deixando de ser feito, já que, com menos clientes, a receita tende a diminuir.

 

Hoje as empresas têm de trabalhar para aumentar o índice de retenção. Obviamente, alguma perda é comum, atribuída a variações do mercado. Mas é preciso prestar mais atenção nos negócios. Se um cliente investe R$800 mil por ano em serviços que sua empresa poderia prestar, mas somente 20% desse valor entram efetivamente na conta da sua empresa, a situação é grave. Afinal, o que de imediato pode parecer uma boa conta, na verdade é uma conta em risco permanente.

 

A retenção de clientes implica, como percebemos, em muito mais do que a simples comparação de planilhas. Implica em descobrir como atender seus clientes em todas as necessidades possíveis, estabelecendo uma verdadeira relação de parceria e compromisso com qualidade e lucro.  Envolve maior aproximação dos clientes em risco, afinando o discurso, demonstrando muito mais interesse do que o evidenciado na prática atual.

 

* Ezequias Sena, diretor administrativo e comercial da Online Brasil (www.onlinebrasil.com.br), empresa com 15 anos de atuação na área de TI e que conseguiu elevar em mais de 8% o índice de retenção de clientes entre 2007 e 2008 – quando registrou 94,4% de IRC.

 

APROVEITE AS FÉRIAS PARA INVESTIR NA CARREIRA

* Giuliano Bortoluci

Quantas vezes você já ouviu alguém dizer que gostaria de estudar mais para aprimorar seus conhecimentos e alavancar a carreira, porém não possui tempo disponível para isso? Com a correria do dia-a-dia, realmente sobra pouco tempo para cuidarmos e investirmos em nós mesmos, já que passamos boa parte do nosso tempo no trabalho e o restante é consumido com a realização de tarefas rotineiras.

Essa situação também é bastante comum entre os estudantes de nível médio e superior que, muitas vezes, estudam e fazem estágio, atividades que ocupam todo o seu dia. O tempo é escasso para eles, que estão justamente em um período em que é preciso estudar e fazer cursos e, assim, terem maiores chances de entrar no mercado de trabalho, uma vez que possuem pouca ou nenhuma experiência profissional ou mesmo na área de estudo.

Mas agora pense: o que você planejou para suas férias? Investir em você mesmo estava entre seus planos para 2009? Além de incrementar o currículo, o aperfeiçoamento pessoal e profissional durante esse período pode fazer toda a diferença no momento da entrevista. Um candidato esforçado, que aproveitou suas férias para estudar, passará uma melhor impressão ao entrevistador. Por isso, sugiro algumas formas para voltar à rotina com mais conhecimento e disposição para o seu futuro, como:

· Não deixe para depois – O tempo é muito valioso e temos que aproveitar todas as boas oportunidades que estão ao nosso alcance. Por isso, não deixe-o passar, comece agora a procurar o que fazer para investir no seu futuro profissional. Não esqueça que uma das formas de avaliar o jovem candidato a uma vaga de estágio é o nível de conhecimento que possui na área em que irá atuar;

· Aperfeiçoe seu conhecimento em outro idioma – Existem muitas escolas de idiomas com cursos de férias intensivos que permitem ao estudante melhorar seu conhecimento em uma língua estrangeira, além de cursos de curta duração para iniciantes. Não perca essa oportunidade. Talvez, quando as férias acabarem, você não tenha mais tanto tempo e/ou disposição para fazê-lo;

· Aperfeiçoe a sua escrita – Cada vez mais as entrevistas de emprego exigem a elaboração de uma redação para que o candidato seja avaliado pela sua escrita ou então pelo modo como pensa e se expressa. Mesmo que a sua carreira não exija esse tipo de habilidade, é muito importante que o profissional saiba expressar-se corretamente e não cometa erros gramaticais no envio de mensagens eletrônicas, por exemplo. Por isso, você pode aproveitar as férias para fazer um curso gramatical ou de redação gratuitamente. O próprio site da Academia Brasileira de Letras oferece esse serviço e tira dúvidas dos internautas sobre esse assunto;

· Melhore seus conhecimentos em informática – Hoje as empresas procuram cada vez mais aderir às novas tecnologias e o uso de um computador é indispensável. Se você ainda não domina as ferramentas mais básicas, procure aprender mais sobre essa área para sair na frente dos demais candidatos e oferecer às empresas o que elas precisam. Caso não possa realizar um curso básico ou de especialização, o conselho é que tenha no seu computador os programas que deseja aprender como funcionam e que você mesmo experimente-os e tente mexer em todas as ferramentas que eles oferecem. Caso tenha dúvidas, anote-as e pergunte para alguma pessoa que tenha mais conhecimento e vá em frente, aprenda sem custos;

· Já sabe o que quer? Especialize-se – Os cursos de graduação geralmente permitem ao estudante que trabalhem em diferentes áreas de atuação. A primeira grande decisão na vida do jovem é decidir qual carreira irá seguir e a segunda é saber em qual área, em específico, irá trabalhar. Se você já tomou essa decisão, procure na sua universidade ou em outras instituições de ensino algum curso extracurricular específico para adquirir maior conhecimento teórico. Isso conta muitos pontos no currículo e mostra interesse e determinação por parte do candidato;

· Pratique esportes e cidadania – A atividade física não melhora somente o seu condicionamento, ela lhe dá mais disposição no dia-a-dia. Além disso, quando esportes coletivos são praticados, também desenvolvemos a habilidade de se trabalhar em equipe. As pessoas que têm esse hábito, ou mesmo o fazem quando possuem tempo disponível, são bem vistas pelas empresas, pois mostra que esse profissional não age individualmente. Outra atitude bem vista por gestores na entrevista é a consciência social do candidato, o que também demonstra o trabalho em comum e, principalmente, que é uma pessoa determinada e com objetivos claros. Se você acha que precisa melhorar o seu desempenho no trabalho em equipe, esse é um método eficaz, agradável e socialmente correto;

· Relaxe e estude! – Claro que as férias devem ser aproveitadas para descansar e renovar as energias. É nessa época do ano que as pessoas têm mais disposição e o cansaço é menor devido ao tempo extra que possuem. É por isso que você deve aproveitar para investir em si mesmo. Então estude o quanto achar necessário durante a semana e aproveite seus fins de semana para descansar. Coloque você na sua agenda de prioridades!

Giuliano Bortoluci é Diretor de Comunicação do Site Estagiários.com, especializado no encontro dos melhores talentos e oportunidades de estágio para iniciar a carreira no mercado de trabalho. A empresa está há 10 anos no mercado e oferece todas as soluções online para emissão e impressão das documentações e formalizações jurídicas necessárias numa contratação de estagiários, nos termos da Lei vigente.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

TEMPOS DE CRISE OU OPORTUNIDADES?







Como um admirador e adepto da filosofia oriental que vive estes tempos de crise, prefiro acreditar que um mundo de oportunidades floresce em minha frente, sendo assim, compartilho com todos os amigos leitores a notícia da vinda do americano Dr. Stephen Paul Adler ao Brasil, ele é um dos maiores especialistas mundiais quando o assunto é Stress pós-Traumático e gerenciamento de crises traumáticas causadas por desastres naturais, doenças crônicas, crises financeiras, terrorismo e seqüestro.
E falará sobre liderança em tempos como estes que vivemos atualmente!


IDEOGRAMA CHINÊS PARA CRISE







(Perigo / Oportunidade)




Como diriam os chineses:

“o verdadeiro capitão desenvolve suas habilidades durante as tempestades”



Sucesso para todos neste próspero 2009

Fábio Azevedo
www.saladetreinamento.blogspot.com




Segue notícia:



Especialista internacional em gerenciamento de crise vem ao Brasil e ministrará curso em Goiânia pela primeira vez



"Ph.D, Dr. Stephen falará dos impactos da atual
crise financeira nas nossas vidas"





Um dos principais nomes da psicologia mundial, o americano Dr. Stephen Paul Adler, vem ao Brasil e pela primeira vez estará em Goiânia. Entre os dias 22 e 25 de janeiro, ele ministrará o Curso Leader Coach – Formação e Certificação Internacional em Liderança Comportamental, no Centro de Treinamento da Equilibrium Desenvolvimento Humano no setor Jaó, em Goiânia.
Dr. Stephen abordará o tema liderança. No treinamento de Leader Coach, ele ensinará técnicas para se conduzir e gerir pessoas, destacando as habilidades que um líder necessita para motivar e influenciar os seus liderados para que cooperem da melhor forma possível para o cumprimento de metas e objetivos. O treinamento é dirigido aos profissionais de diversas áreas. O programa será dividido em dois módulos, básico e avançado com carga horária no padrão internacional dos cursos de formação, 80 horas.
Especialista em crises traumáticas, Dr. Stephen irá contextualizar a atual crise econômica, um dos eventos mais traumático da atualidade, abordando-a num âmbito geral. Atualmente, ele desenvolve trabalho com CEO’s da Bolsa de Valores de Nova Iorque no suporte a atual crise financeira e também atende profissionais de um dos maiores bancos mundiais, o Chase Manhattan. Ph.D em Transtorno do Estresse Pós-Traumático pela American Academy of Experts in Traumatic Stress - USA, ele é um dos maiores nomes mundiais quando o assunto é Stress pós-Traumático e gerenciamento de crises traumáticas causadas por desastres naturais, doenças crônicas, crises financeiras, terrorismo e seqüestro. Sua larga experiência e conhecimento o fizeram ser contratado pelo Governo Americano após os atentados de 11 de setembro.
Atualmente, Dr Stephen realiza treinamentos e workshops nos EUA, China, Índia, México, Guatemala e Brasil. Ele estará em Goiânia a convite do diretor da Equilibrium Desenvolvimento Humano, o professor especialista em neurolingüística, psicoterapeuta José Roberto Marques, que há 4 anos faz cursos de especialização de Hipnose Ericksoniana com Dr. Stephen.


Para mais informações sobre Dr. Stephen e o Curso Leader Coach – Formação e Certificação Internacional em Liderança Comportamental

CONTATE:
Professor José Roberto Marques pelos telefones:
(62) 3204-2351 / 8119-1895


www.e-equilibrium.com.br/leader-coach

Quem Vê Cara Não Vê Coração?


A famosa frase: “Quem vê cara não vê coração” é conhecida há décadas (se é que não há séculos). Muito romântica e criadora de esperanças, é usada para falar de amor e ódio, bondade ou maldade, etc.

No entanto, quando trazemos tal afirmação para os conceitos mercadológicos, essa frase elaborada de forma afirmativa é totalmente improcedente. Para o mercado, a “cara” é preciso ser muito bem vista e valorizada, caso contrário, não haverá interesse do consumidor em conhecer melhor o produto, serviço, empresa ou profissional e se “apaixonar” pelo coração, pela alma e por tudo mais que apresente de melhor.

Vamos analisar alguns exemplos simples, para esclarecer esse entendimento:

Verifique as embalagens de perfumes famosos (tanto as de vidro quanto de papel, em especial as de vidro). Sempre são inovadoras, provocantes, sensuais, delicadas. São diferenciadas para criar no consumidor o interesse em ir até elas e experimentar suas fragrâncias. É preciso conquistar antes pelos olhos, depois pelo olfato. Ou seja, é preciso ver a cara para ver o coração.

Analise um bom restaurante. Normalmente possui um nome bem interessante (é verdade que há alguns com nomes até um pouco bizarros, mas aí é pura jogada de marketing), uma bonita e chamativa fachada. São limpos, organizados, os garçons bem apresentados. Se você está com fome, não sabe onde comer por ser muito cauteloso com as refeições fora de casa, esse restaurante é um daqueles em que ficaria mais à vontade e aceitaria se necessário, pagar mais não por uma comida melhor ou mais sofisticada, mas pela sensação de comida boa, segura e saudável. Imagine o contrário: um restaurante com nome de “Última Bóia”, com a fachada toda caída, cheia de cachorros rondando as portas e aquele cheiro forte de azeite reusado... Você reflete que não deve considerar apenas a aparência externa e entra. Observa então o ventilador de teto todo sujo com a mesma poeira das últimas décadas, garçons com uniformes manchados ou sujos e sem cautela. Sobre as mesas algumas sobras de comida, divididas com várias moscas e aquele feijão que está a tanto tempo no aparador que já virou tutu... Será que você não pensaria duas vezes antes de criar coragem para tentar olhar o coração?

E nós, profissionais? Imagine uma entrevista de emprego para vaga de gerente de loja, vendas, produção, qualquer coisa. Mesmo que dessem preferência a profissionais jovens, quem teria maiores condições: aquele rapaz recém formado e com pouca experiência, porém demonstrando boa educação e postura, além de estar muito bem vestido, com roupa mais social ou terno, ou você, com MBA em uma ótima faculdade, de bonezinho, calça jeans com rasgos e sandálias, mascando “chicrete”?

Nós, profissionais, precisamos ter um excelente marketing pessoal, além de todas nossas habilidades, conhecimentos e experiências, para termos maior competitividade e ainda devemos nos atualizar sempre.

As empresas, produtos e serviços também necessitam de um bom marketing em sua “aparência” para que se diferenciem dos concorrentes e se tornem mais atrativos. É preciso apresentar um bom layout nas fachadas, vitrines e embalagens, desenvolver um excelente trabalho com as cores e luzes, ter identificação com o público alvo e criar todos os meios necessários para atrair os clientes e fazer com que se interessem pelo que está sendo oferecido.

Mas, se preferir continuar acreditando que a frase “quem vê cara não vê coração” se aplica a realmente tudo, tudo bem, afinal, como diz o ditado: “Em terra de cego, quem tem um olho é rei!”.