quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sustentabilidade também se aplica à área de recursos humanos

 

Sólon Cunha*

 

Práticas agressivas de Recursos Humanos (RH) visando o lucro sem fronteiras é coisa do passado. Assim como a política paternalista que pratica o assistencialismo puro, não permitindo ao trabalhador que se aprimore. O bom gestor cuida da qualidade de vida e da saúde de seus trabalhadores, agindo com transparência e estimulando o progresso das pessoas que, em última análise, serão o futuro do seu empreendimento. 

 

Parceiros, clientes e fornecedores, buscam o que denomino de "equilíbrio sustentável" nas relações humanas e a sociedade exige que se trate os trabalhadores com respeito e dignidade. O consumidor integra esse grupo, porque rejeita ofertas de organizações que se mostram displicentes nas relações humanas; e no futuro escolherá produtos e serviços das empresas com o RH sustentável. Acredita-se que essa evolução fará com que apenas os corretos sobrevivam. 

 

A sustentabilidade em recursos humanos é o equilíbrio das relações e das decisões. É olhar para o próximo com o mesmo carinho que gostaria que olhassem para Você. Gerenciar o departamento de RH é gerir pessoas, depois carreiras e, enfim, resultados, nessa ordem. O excelente resultado é sempre obtido pelo grupo de bons profissionais, com carreiras construídas na devida maturação, suportadas pelo caráter de boas pessoas. A fórmula mostra que o resultado é a conseqüência da política sustentável. 

 

No gênero, o RH sustentável é definido como uma política de gestão de pessoas que seja focada no socialmente justo, de modo aceito pela cultura local, estimulando atitudes ecologicamente corretas mas, sempre, mostrando-se economicamente viável. 

 

Para começar, o gestor de RH não deve julgar o trabalhador por seu sexo, cor, idade, religião ou classe social e, sim, buscar a diversidade de pessoas. Cada ser humano é criado dentro de características diversas e cresce com experiências e história de vida distante do "padrão" imaginário de seu empregador. Existem CENTENAS de estudos que demonstram que a diversidade de pessoas na empresa é fundamental na busca de resultados. É muito importante prestigiar a heterogeneidade na formação da equipe: várias classes sociais, religiões, casados e solteiros, etnias diversas. Grupos que analisarão a diversidade de desafios com as mais variadas opções de solução.

 

Toda empresa, independentemente das quotas exigidas em lei, deve contratar pessoas com deficiência (ou Portadores de Necessidades Especiais – PNE), não só para que sejam "incorporadas" à sociedade, mas, também, para que os demais trabalhadores aprendam o quão rica será essa convivência. Os relatos de pessoas que têm na sua equipe um PNE são impressionantes. Acreditem: é uma experiência a ser vivida.

 

A carreira deve ser desenvolvida de forma a satisfazer as necessidades dos presentes, no entanto, sem comprometer as gerações futuras. Gestão de carreira passa pela formação de talentos, criação de gestores, retenção de pessoas talentosas e passagem do bastão, com despedida e aposentadoria digna aos que se retiram. Aposentados que podem ser revisitados como consultores e verdadeiros conselheiros. 

 

Equilibrar o convívio das comunidades humanas com o meio ambiente também é função do RH. Algumas empresas chegam a vincular as metas de remuneração variável a incentivos à reciclagem e a reutilização de materiais e ao uso racional de água e energia elétrica.

 

A prática do RH sustentável se estende aos "terceiros" que prestam serviços ao tomador, numa vigilância técnica e procedimental. Não se deve contratar terceiros que tenham relações precárias com os trabalhadores. Essa vigilância se estende ao pagamento de impostos e tributos pelo contratado. Existe a busca pelo equilíbrio do balanço financeiro, mas com políticas trabalhistas justas. A precarização é combatida por toda a sociedade como, por exemplo, na erradicação do trabalho infantil e do trabalho forçado. Terceirização não é a desobrigação de encargos sociais, nem a redução de salários, ou a subcontratação de fornecedores, nem modismo administrativo ou remédio para crises contingências. A terceirização busca a contratação de serviço (e não de pessoas) de empresa especializada, reduzindo custos e perdas, em busca da melhor produtividade. 

 

O RH do bem tem como Valores: a Ética, a Humanização, a Excelência Técnica, a Confiabilidade, a Capacitação Profissional, o Compromisso Social, a Isonomia de Tratamento em busca da QUALIDADE COM EFICIÊNCIA!

 

 

* Sólon Cunha é advogado, mestre e doutor em direito trabalhista e sócio do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice.

 

terça-feira, 25 de agosto de 2009

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Ser bem atendido....

Artigo: Você não precisa comprar para ser bem atendido... Ou será que precisa?

Se você questionar à um profissional de vendas se a abordagem que realiza tem como principal direcionamento o produto, ou a abordagem é centrada no cliente, qual será a resposta? Pode parecer assustador, mas há pessoas que atuam no contato direto com o cliente, pessoalmente ou por telefone, que podem demorar um bom tempo para responder esta pergunta, pois na realidade, somente oferecem um bom atendimento se o comprador demonstrar algum sinal de compra. Quando a pessoa direciona a abordagem no produto, transforma a apresentação em um monólogo, com a ação direta de prometer muito e fazer na prática pouco. Entretanto, quando a pessoa direciona a abordagem comercial para um diálogo interativo, com habilidade para realizar perguntas e envolver o cliente, transforma a apresentação em uma conversa agradável e, como resultado, conquista a credibilidade de prometer o essencial e assumir o que foi acordado.

Perceba que há duas opções de abordagem, no entanto, o profissional que atua em vendas, jamais deve prestar um bom atendimento somente ao cliente que demonstrar interesse de compra. Há vendedores, balconistas e gestores de vendas que gostam de afirmar que o diálogo com o cliente, mais parece um brainstorm do que propriamente a ação de vender. Em outra perspectiva, há pessoas despreparadas, que não são capazes de realizar um esforço para mostrar um diferencial, se o cliente logo no início do contato comentou que esqueceu a carteira com o talão de cheque e os cartões de crédito em casa. Parece incrível, mas existem pessoas mal preparadas para atender que ao contrário de atrair clientes, são capazes de afastar para sempre o consumidor, principalmente por não praticar um bom atendimento. Realize a leitura, aplique as duas sugestões a seguir e perceba que o cliente, não precisa comprar para levar da sua empresa, uma imagem positiva com credibilidade, valorização de relacionamento e desejo de voltar.

Exercitar o treinamento de ouvir com sintonia fina - Quando era criança, lembro que meu avô, tinha apoiado em uma estante, um rádio de madeira que funcionava através de sistemas de válvulas. Cada frequência de rádio exigia o esforço de girar o botão da sintonia fina para encontrar a perfeição. O detalhe é que minha avó tinha como hábito ouvir a missa e meu avô, assim que terminava a celebração, girava os botões para sintonizar outras estações de rádio. Ao recordar este fato da minha infância, percebo que cada cliente requer um esforço de encontrar a sintonia perfeita através do diálogo e da empatia. Note que quando duas lojas vendem o mesmo produto, com o mesmo preço, o que faz a diferença é o atendimento oferecido pelo profissional de vendas. Quantas vezes você comprou algo que não precisava, mas o atendimento fez a diferença? Quantas vezes você pagou um pouco mais, pois o atendimento justificou? E na sua equipe de vendas, as pessoas percebem que cada cliente exige a adaptação de uma sintonia fina? Praticam o exercício de ouvir atentamente as reais necessidades dos clientes?

Exercitar o treinamento de transformar o curioso em comprador - Quem trabalha no comércio varejista, com certeza já ouviu o cliente responder que somente está dando uma olhadinha. Deixar o consumidor observar a mercadoria é algo aceitável, mas a ação inaceitável é abandonar o cliente no interior da loja. O grande desafio está em transformar o curioso cliente em um comprador. Perceba que em muitas ocasiões, desejamos realizar uma campanha de vendas com o nosso entendimento, não com o pensamento e desejo do cliente. Percebeu a diferença? Para transformar o curioso em comprador é necessário usar empatia e observar a situação comercial com os olhos do cliente, para que desta maneira, seja possível entender o ponto de vista do consumidor. Em alguns casos, um cliente pode entrar na loja por ser um curioso, mas passa a ser um comprador quando percebe a aproximação coesa de abordagem, atenção, cortesia e respeito.

O cliente não precisa comprar para ser bem atendido e a forma mais eficaz de descobrir o que realmente o cliente deseja, está centrada na ação de fazer o consumidor descrever suas necessidades e o que verdadeiramente deseja adquirir. Observe que quando um cliente entra na loja e, por algum motivo não realiza a compra, acaba por levar da sua empresa alguma imagem sobre atendimento, a organização, o clima de trabalho, a limpeza e o cuidado dos funcionários com a apresentação e zelo pelos produtos. Quantas vezes você já foi a algum lugar e desistiu de comprar, pois as pessoas estavam descontentes com o trabalho? Quantas vezes você entrou em uma loja e não comprou, pois o vendedor esqueceu de planejar uma venda futura? Aplique as duas sugestões apresentadas e perceba que ao melhorar o diálogo com o cliente, aumenta o resultado no envolvimento com a marca, com a empresa e com o atendimento oferecido.


Dalmir Sant’Anna - palestrante na área comportamental, mestrando em Administração de Empresas (Univali), pós-graduado em Gestão de Pessoas (Univali), bacharel em Comunicação Social (Ielusc), mágico profissional. Visite o site: http://www.dalmir.com.br

sábado, 15 de agosto de 2009

 
Guarulhos - CIET soma 2.279 chances em diversas áreas
O Centro Integrado de Emprego, Trabalho e Renda (CIET) de Guarulhos, localizado na Grande São Paulo, dispõe de 2.279 vagas em aberto cadastradas em seus postos de atendimento. Trabalho – Há emprego para diversos cargos. Os que reúnem maior número de oportunidades são os de operador de telemarketing (218), auxiliar de linha de produção (109), auxiliar de carga e descarga de mercadoria (101), costureira em geral (93), costureira de máquina reta (60) e porteiro (43).
 

sábado, 1 de agosto de 2009

Educação continuada é aliada para conquista de emprego e avanço na carreira em tempos de crise mundial

 

Educação Continuada é aliada para conquista de emprego e

avanço na carreira em tempos de crise econômica

*Sérgio de Souza Carvalho Júnior

A inclusão digital nunca se fez tão necessária nos dias de hoje. De acordo com IBGE, mais de 70% dos brasileiros nunca frequentaram cursos de qualificação e 66% dos desempregados jamais passaram pelo ensino profissionalizante. Mas em períodos de crise financeira, ingressar em cursos com foco em Educação Continuada é uma alternativa essencial para se manter no mercado de trabalho, conseguir o primeiro emprego ou uma recolocação profissional, conquistar promoções e impulsionar a carreira na empresa em que atua.

Com o colapso econômico, as duas frentes mais afetadas da estrutura organizacional foram o "alto escalão" e o pessoal do "chão de fábrica", em que o funcionário sem qualificação foi demitido, assim como muitos diretores e gerentes. Por isso, atualizar-se e aprimorar os conhecimentos nunca foram atitudes tão prioritárias como hoje. O contexto atual é gritante. De acordo com dados oficiais, 53% dos alunos matriculados no Ensino Fundamental e 27% dos alunos do Ensino Médio também nunca utilizaram computador.

Todos sabem que as empresas exigem cada vez mais colaboradores capacitados. Dessa forma, a realização de cursos como o de aplicativos (Word, Excel, Power Point), de assistente administrativo, secretária administrativa, entre outros ligados à Informática e Tecnologia da Informação, são ideais. Mesmo com a crise, o profissional de base, devidamente qualificado, encontra hoje novas vagas, ao contrário do gerente que enfrenta maior dificuldade pelo alto salário e posição que ocupava.

A situação é clara: existem vagas, mas não há candidatos qualificados para ocupá-las. Números recentemente divulgados mostram que 12% das empresas em 2008 recrutaram profissionais de TI, porém, 85% delas tiveram um processo demorado por falta de qualificação deste profissional na área. Esse cenário comprova que, em qualquer situação, a capacitação será bem vista pelos departamentos de Recursos Humanos. O aluno que realmente quer fazer um curso profissionalizante de peso tem todas as condições de alçar voo na carreira e vida pessoal.

Outros registros apontam que 65% dos alunos que terminaram cursos de qualificação, conseguiram entrar no mercado de trabalho. Para acompanhar esse cenário, por que não se posicionar profissionalmente como Operador de Sistemas, Assistente Administrativo, Web Designer, Gestor de Projetos, Designer Gráfico, Administrador de Serviços e Sistemas, entre outras áreas estratégicas?

Vale ressaltar que os mercados de TI e Informática ainda carecem de maior quantidade de profissionais qualificados em várias frentes, desde manutenção de hardware, redes e projetos até programação e webdesigners. O mercado de cursos livres e profissionalizantes, seja na área administrativa ou com foco em Informática, está em grande expansão. As oportunidades estão aí, basta se capacitar e correr atrás de um lugar ao Sol no mercado de trabalho.

*Sérgio de Souza Carvalho Júnior é gerente de marketing do Grupo S.O.S Computadores, empresa especializada no ensino de informática e de cursos profissionalizantes.