segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

GERENCIE SUA MENTE E VIVA MELHOR

        
Nelson Tanuma          
Se ao longo da sua vida você teve  por hábito acumular tarefas inacabadas, juntar papelada inútil em suas gavetas, atulhar sua mesa de trabalho, com projetos que foram abandonados e guarda magoas por problemas de relacionamento interpessoal mal resolvidos, eu diria que você tem sérios problemas relacionados ao acúmulo de lixo mental.
          Saiba que os compromissos não concluídos consomem nossa energia mental, a qual poderia ser usada de forma útil e produtiva através da administração correta mente, começando pela faxina mental.

          Ao ignorarmos o acúmulo de pequenas pendências acabamos por ter que lidar constantemente com muitos pequenos incêndios que geram crises constantes, que nos sobrecarregam de tarefas a realizar, e que nos transformam em ansiosos crônicos, com preocupação orientada para as incertezas futuras.
          Posso dizer que eu também ainda não consegui me livrar totalmente desse mal, já que estamos no final de novembro de 2010, e percebo que acumulei bastante sujeira em minha mente; sendo assim, é chegada a hora de eu por mãos-a-obra  e limpar a minha mente, finalizando, imediatamente, as tarefas pendentes mais urgentes e importantes.

          Todo final de ano, costumamos prometer para nós mesmos, que no próximo ano tudo será diferente, que entraremos na academia para modelar nosso corpo, que nossa alimentação será mais saudável, que seremos capazes de manter nosso controle emocional diante de clientes desagradáveis, colegas chatos, subordinados reativos e sem comprometimento, além dos chefes autoritários e prepotentes,  entretanto, entra ano, sai ano,  e as coisas continuam quase do mesmo jeito, percebemos que pouca coisa mudou, e o pior de tudo, é que quando não conseguimos cumprir os acordos que firmamos com nós mesmos, o estresse aparece.

          A tudo que resistimos persiste. É importante que tenhamos uma idéia clara acerca de quais sejam as nossas prioridades. O momento é agora! Sejamos, pois, generosos para com o futuro dando o melhor de nos no momento presente, e tudo ficará cada vez mais fácil e  melhor em nossas vidas.
          Aos invés de nos preocuparmos apenas em administrar o tempo, é  melhor que comecemos a gerenciar nossa mente, e ocupar nosso precioso tempo nos policiando em relação aos nossos pensamentos, palavras e ações.
         As pessoas ficam esgotadas pelos seguintes motivos:
        - desperdício de energia, pela falta de iniciativa em fazer as coisas acontecerem através de comportamento proativo;
        - pelo excesso de tarefas inconcluidas;
        - falta de organização de lembretes de assuntos pendentes;
         - por deixarem de fazer um inventario completo em relação à hierarquia de relevância de seus objetivos e compromissos.
         Ao me perguntar: Qual a relevância do meu trabalho para os mim e para as pessoas que me são importantes, e  também para a sociedade? O que mais importa para mim? Porque eu estou neste planeta? Qual meu propósito de vida?
          Eu começaria respondendo que a produtividade em meu trabalho é algo importante na medida em que consigo produzir mais com menos esforço, para assim, tornar-me um elemento útil  para a sociedade.
          Já, a motivação para o trabalho tende a aumentar, na medida em que aquilo que fazemos esteja alinhado com nossos valores e objetivos de vida. Tudo tende a melhorar na medida em que gostamos do que fazemos.
          Parece-nos que a “vida de verdade”, esta sempre prestes a começar, e os obstáculos que aparecem a todo instante, cria em nós a ilusão de que as coisas ainda não aconteceram, que a nossa hora ainda não chegou, porque teria algo importante  ainda por acontecer,  por haverem tarefas que ainda não foram finalizadas, ou até por existirem dividas que não foram pagas.
          Para que consigamos ter uma visão mais límpida em relação ao nosso desenvolvimento profissional e crescimento como ser humano, precisamos comecar limpando nosso quarto de bagunças, local onde quardamos as coisas que um dia fizeram parte de nossas vidas e de nossos familiares, já que as bagunça no nosso espaço físico tem reflexos em nosso mundo mental.
         Precisamos criar estratégias de desenvolvimento, pois, de nada adianta você ter um planejamento estratégico de vida e trabalho magnificos, se você não consegue sequer, limpar a edícula da sua casa ou o depósito da sua empresa.

          A administração saudável de sua mente abrirá espaço para a criatividade que é o fator primordial para a quebra de paradigmas paralisantes. Devemos  usar nossa inteligência emocional para conseguirmos manter relações humanas harmoniosas e salutares, para termos mais tempo livre com nossa família e amigos,  enfim, para podermos ter melhor qualidade de vida, com menos  ansiedade e estresse.






(Nelson Tanuma que é palestrante, professor e escritor, há mais de 10 anos vem ministrando cursos e palestras pelo CIESP/FIESP, Fundação Bradesco, SEBRAE-SP, Universidade de Mogi das Cruzes, Universidade Corporativa da ACMC e organizações diversas, seus artigos são publicados periodicamente em 15 veículos de comunicacão: jornais, revistas, periódicos, portais e sites diversos)

fonte:www.nelsontanuma.com.br

Jovem Empreendedor


DE OLHO NO JOVEM EMPREENDEDOR
 
O jovem brasileiro esbarra em diversos obstáculos quando o assunto é poupar. O imediatismo da vida moderna, o mercado de consumo, a publicidade e as facilidades para se adquirir determinado bem colaboram para que a nova geração muitas vezes não saiba a melhor maneira de investir ou economizar. Esses fatores se somam ao fato de que a educação financeira é algo deficiente no Brasil, passando longe das escolas, universidades e políticas de incentivo.
Diante disso, é comum que o jovem fique perdido entre poupar ou gastar. Resolver de que maneira usará seu dinheiro é uma decisão importante e irreversível. Em muitos casos, ele opta por aquilo que lhe parece satisfazer momentaneamente, sem pensar adiante ou prevenir-se para o futuro.
Comprar um carro, cursar uma universidade, intercâmbios e até conquistar seu primeiro milhão, são sonhos que requerem grandes investimentos, portanto, grandes economias. Então, como fazer para escapar ou minimizar as tentações e economizar?
         Primeiramente, o conceito de poupar requer disciplina. E pensar adiante é uma habilidade necessária para que os jovens possam transformar seu dinheiro em um investimento. Investir no mercado financeiro é uma opção rentável e conveniente para os jovens, apesar de ainda ser pouco incentivada. Em 1999, quando se iniciou a prática de operar via home broker no Brasil, a Título Corretora de Valores preocupou-se em estar à frente nesse projeto, e assim, contribuir para uma melhor educação financeira.
Através da plataforma Easynvest, oferecemos as ferramentas para que qualquer pessoa tenha a oportunidade de ingressar no mercado de investimentos. Isso significa uma abertura para qualquer tipo de investidor, seja ele grande negociante ou um jovem que estreia no mercado.
Nós percebemos, principalmente, o potencial da nova geração no mercado financeiro e mais uma vez, despontamos no mercado criando a promoção "Começando do Zero". A promoção possibilita que os jovens entre 18 e 23 anos ingressem nesse universo com custo zero em operações durante 12 meses, além de oferecer um curso online de introdução à conceitos de como poupar e investir com segurança.
Custo zero em operações significa que o jovem investidor já entra no mercado aplicando o valor que gastaria com corretagens, algo inédito no mercado brasileiro.  
Via home broker, o jovem que está ambientado com as ferramentas virtuais, tem a oportunidade de aprender e investir seu dinheiro desde cedo, podendo ter essa atividade em paralelo aos seus estudos e profissão.
Ao se interessar por esse universo, o jovem logo descobrirá que é possível transformar sonhos em realidade, sem grandes preocupações. A maturidade aponta no momento em que ele percebe que chegou a hora de dar novos saltos, pensando no futuro e em um envelhecimento tranquilo.
 
                                                               
Amerson Magalhães: Diretor do Easynvest desde 2007. Graduado em ciências econômicas e pós graduado em finanças. Atua em instituições financeiras há mais de 20 anos e participou da criação do Easynvest. www.easynvest.com.br 

  

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

FOGO CRUZADO


*Por: Ricardo Collazo
Outro dia, assistindo a palestra de um grande amigo ele indagou o público sobre o que teria em comum em três filmes que foram sucesso: “O último Samurai”, “Gladiador” e “300”. O público rapidamente se motivou e participou com palavras como Liderança, União, Honra, Força, Estratégia, Perseverança, Motivação, Lealdade, mas ele disse que faltava algo mais importante e os participantes, sem mais ideias, ficaram esperando algo novo, positivo e que ninguém conseguiu acertar. Momento de silêncio na platéia, quando o palestrante diz: “todos morreram”. Foi algo como tomar um grande tapa na cara. No filme “O último samurai” só ficou um, o resto morreu, no “Gladiador” o personagem principal morreu, nos “300” morreram 299 e 1 ficou caolho. Risos na platéia. De que vale tudo o que foi dito sobre a mensagem dos filmes se todos morrem no final? Eu não quero ser lembrado depois de morto, eu quero ser lembrado em vida.
Fico muito triste em saber que mais um exército sucumbiu e deixou de existir. Sim, amigo leitor, estamos aqui de volta a nossa realidade, o mercado de Distribuição de Informática do país. Mais triste ainda fico em saber que por alguns anos fui um soldado daquele exército, fato que muito me honrou.
De certo todos têm uma opinião sobre os motivos que fizeram aquele e tantos outros distribuidores, que não estão mais conosco, deixarem de existir, a pergunta é: será que tudo paira em torno da questão da administração? Ou será que os distribuidores vivem literalmente em uma guerra, onde um erro pode ser fatal?
Como combatente do canal de distribuição, posso afirmar que estamos em meio a uma guerra. E para nós não têm moleza, não. É FOGO CRUZADO: de um lado as revendas que sabem muito bem trabalhar um distribuidor contra outro, e do outro lado os fabricantes que nos apertam cada vez mais.
Se pudéssemos parodiar e dizer que munição é igual à margem, então eu diria que estamos chegando ao fim. O estoque é nosso, o risco de crédito é nosso, o RMA é nosso, a logística é nossa, as metas são nossas, o investimento em novos CD´s para poder atuar em uma região por conta da questão tributária é nosso, e a margem para pagar tudo isso não é nossa!
Como podemos condenar aquele distribuidor que tentou investir em outro negócio, lançar a sorte em outro mercado, para tentar melhorar seu ganho? Poderia ter dado certo.
Enfim, meus amigos, viva nossos companheiros da ABRADISTI (Associação Brasileira de Distribuidores de Tecnologia da Informação), que possamos realmente nos unir para ter mais Força, mais União, só não vale ser igual aos filmes citados neste texto, queremos sobreviver e perenizar nosso negócio.
*Ricardo Collazo é Diretor Comercial e de Marketing da Tecmach.  

domingo, 28 de novembro de 2010

Problemas, Problemas e mais Problemas

Paulo Araújo

Meu primeiro chefe costumava dizer que os dias ficam mais cinzentos quando estamos cheios de problemas. 
Mas afinal o que é um problema? E todo problema é ruim?

Na vida e na carreira não tem como fugir dos problemas. Eles estão por toda a parte, perseguindo e até mesmo o fato de não ter um problema, posso garantir que já é um problema.


Nossa relação com os problemas começam cedo. Quando crianças temos problemas demais em montar brinquedos difíceis ou em conseguir comida na hora da fome. Depois chega a vida escolar e começamos a ter problemas com notas, provas, lições esquecidas, bagunça na sala e descobrimos que matemática se aprende como? Resolvendo problemas!

Mas é injusto culpar os problemas por todas as mazelas e como é praticamente impossível livrar-se deles melhor é tentar conviver e a aprender com os fatos problemáticos da nossa vida.

A primeira coisa a fazer e assim mudar sua perspectiva é separar os problemas em duas categorias:
1. Problemas que não agregam valor, e;
2. Problemas que agregam valor.
Simples assim!
Os problemas que não agregam valor são aqueles que de uma forma ou outra poderiam ser evitados. O carro quebrou? Pergunte: a revisão estava em dia? A apresentação com o cliente foi péssima? Pergunte: Eu estava preparado? Eu tenho certeza que para a maioria dos problemas que não agregam valor um dos motivos para ter acontecido em 99% das vezes é sempre o mesmo: falta de tempo. E falta de tempo está relacionado diretamente com o que você considera prioritário na sua vida. Para reduzir drasticamente os problemas que não agregam valor você precisa rever suas prioridades de vida e não querer ter tudo ao mesmo tempo. Problemas que não agregam valor só geram passivos, nos fazem perder dinheiro e tempo, resultando tudo isso em mais... Isso mesmo: problemas!
Os problemas que agregam valor são aqueles que surgem devido a ações que o levam a um círculo virtuoso. Estudar muito e falar inglês fluentemente leva a novas propostas de emprego. Trocar de emprego é um problema? Sim, mas neste caso um problema bom. A empresa acertar em cheio no lançamento de um produto e se as vendas superarem as expectativas é muito melhor do que não vender nada e ficar com todo o estoque encalhado. Problemas que agregam valor têm como característica trazer satisfação a quem os criou, seja ela profissional, pessoal, espiritual ou financeira. Esse tipo de problema traz novos desafios, aprendizado, mas cuidado para não transformar um problema que agrega valor em um que não agrega valor.

O problema maior dos problemas é que as pessoas enxergam todos como pesos, dificuldades e não separam os que agregam dos que não agregam valor e assim por preguiça, falta de tempo, visão e foco passam a vida resolvendo em grande parte só os problemas que não agregam valor. E isso cansa demais!


Classifique já os problemas da sua vida e perceba para quais deles você deve demandar mais tempo e esforço em suas soluções, priorize e prepara-se para criar mais problemas que agregam do que não agregam. E simples assim, complicando o mínimo possível seus dias cinzentos que passarão a ser mais ensolarados com um belo céu azul. Isso é um problema? Só para quem não gosta da cor azul ou vive acinzentando a própria vida.

Paulo Araújo

FAÇO NA PRÁTICA O QUE PROMETO?

Dalmir Sant’Anna

Há pessoas que prometem muito, mas no cotidiano esquecem o que foi acordado. Profissionais de vendas que prometem vender mais. Estudantes que prometem melhores notas na faculdade. Mulheres que prometem emagrecer. Homens que prometem participar mais ativamente da família. Gerentes, líderes, supervisores e empresários que prometem melhorar o clima organizacional no ambiente de trabalho. Existem funcionários que prometem participar de um treinamento, mas querem mesmo é aproveitar o evento para fazer compras. Há pessoas que na sexta-feira ao terminar o expediente, assumem o compromisso de chegar de volta na segunda-feira mais motivado, entretanto, na prática esquecem o que prometeram. Você conhece pessoas com este comportamento?

Coerente relação entre o discurso e a prática – O compromisso de prometer algo a si próprio, ou mesmo à outra pessoa deve ser aceito como uma dívida que somente terá sua quitação, com a coerente relação entre o discurso e a prática. Talvez neste momento, você lembre alguém que prometeu algo e nada fez para cumprir o acordado! Promessas que por falta de planejamento e foco no resultado, passam a ficar somente no discurso. Quando um profissional demonstra ser comprometido com suas atribuições, busca a melhoria contínua no desempenho dos índices de trabalho e também com os compromissos assumidos. A falta de dedicação e comprometimento com suas metas e planejamento, resulta no aspecto de prometer e nada fazer acontecer.

A promessa não pode ser esquecida – O desafio de prometer menos e surpreender mais, exige parar, por alguns momentos da sua vida e escrever uma lista das principais atividades que você deseja realizar. Em seguida estabelecer prioridades, de acordo com cada período do dia ou da semana. Em terceiro, buscar cumprir cada meta estabelecida. Esta lista de prioridade pode ser escrita a mão, impressa, disponibilizada em um arquivo do seu computador, ou ainda, no próprio celular. O importante é que esteja em um local de rápido acesso e que permita monitorar seu desempenho. Lembre de colocar em prática o que prometeu e realize o exercício de monitorar sua evolução, pois estará percebendo que evitou atropelos e conseguiu cumprir com compromisso, organização e perseverança as promessas assumidas.

Para coibir que promessas sejam apenas palavras soltas ao vento é imprescindível intensificar o desejo de fazer a diferença. Permanecer atento às informações e as oportunidades que estão a sua volta. Investir em renovação tecnológica, desenvolvimento das suas competências, administração do tempo e exercitar sua visão de futuro. Note que antes de prometer algo ou de assumir um compromisso, você tem o livre-arbítrio de dizer sim ou não. Perceba que pessoas que prometem e nada fazem, somente contam com uma palavra para justificar sua falha: desculpas. Vamos juntos, assumir o compromisso de prometer menos e fazer mais?



Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais". Visite o site: www.dalmir.com.br

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O perigo dos chefes egocêntricos


Marcelo Mariaca


Chefes inseguros e egocêntricos podem prejudicar os subordinados, principalmente os melhores talentos, envenenar o clima organizacional e comprometer os resultados da empresa.  Em geral, executivos com esse perfil ofuscam o brilho dos profissionais mais talentosos porque, de forma maquiavélica ou mesmo inconsciente, enxergam neles uma grande ameaça a seu poder. Na vida real, as situações em que o ego e a vaidade das chefias se sobrepõem ao brilho dos melhores profissionais são muito comuns, mesmo na era em que a liderança, trabalho em equipe e retenção de talentos são palavras de ordem numa organização.
Maturidade emocional não é requisito para alguém se tornar chefe. Não é a regra, mas, muitas vezes, pessoas mais disciplinadas, dedicadas e inteligentes, ou aquelas que souberam conquistar posições graças à habilidade de lidar com a intrincada teia política da empresa, são exatamente aquelas que menos desenvolveram equilíbrio emocional ideal. Aliás, em algumas empresas, ser egocêntrico é quase um requisito para progredir na vida profissional.
Mas o que fazer se você trabalha com um chefe egocêntrico, arrogante ou com vaidade exacerbada? Como lidar com um chefe que rouba o crédito de sua ideia, reduz sua autoestima ou reprova seus projetos, negando a promoção para um novo cargo ou delegando para outros seu projeto mais sonhado?
Dou vários conselhos no meu livro “Erre Mais”. Primeiro, não confronte um chefe inseguro em público; isso pode ser extremamente perigoso, pois aguça ainda mais a sua insegurança. Fale sobre suas ideias reservadamente com ele antes de discuti-las em público. Também é inteligente compartilhar o mérito de suas melhores ideias com ele – aí, sim, em público –, solicitando sua opinião. Agindo assim, você estará tornando-o um aliado, e não um inimigo. Pessoas inseguras e egocêntricas costumam se sentir muito sozinhas e podem, portanto, valorizar uma atitude aliada.
Um erro frequente é tentar conquistar esse tipo de executivo com elogios exagerados. Ele não é bobo e pode se sentir manipulado. E, muito importante, respeite a própria dignidade e não permita que ninguém o maltrate, nem em público nem a portas fechadas. Quando um chefe egocêntrico torna-se inconveniente ou desrespeitoso, fale com ele primeiro, mas, se necessário, procure outros aliados dentro da organização, até falando com o chefe do próprio chefe nas situações limite.
Um bom ambiente, liderado por um profissional que saiba conduzir com maestria sua equipe, é fator-chave para aumentar a coesão interna, garantir a retenção dos talentos e melhores índices de produtividade. De maneira geral, manter a linha de comunicação sem ruídos é um passo importante para o entendimento e a integração da equipe.
Relacionamentos em geral são complicados e ninguém tem a garantia de que encontrará, no próximo emprego, um chefe dos sonhos. Portanto, antes de se demitir por causa de um chefe inseguro ou egocêntrico, aposte suas fichas na melhora da comunicação e do relacionamento. Afinal, muitas vezes o emprego atual é a melhor oportunidade de crescimento de uma carreira.

Marcelo Mariaca é presidente do conselho de sócios da Mariaca e professor da Brazilian Business School.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Artigo: A reflexão que conduz ao autoconhecimento.

A reflexão que conduz ao autoconhecimento.   146187672.jpg


   Autor: Nelson Tanuma

 

     

   O conhecimento acerca de nosso potencial e de nossas limitações são fundamentais, é preciso saber onde você está, para poder descobrir como se faz para chegar onde você quer, e, nesse processo de crescimento você precisará manter o seu equilíbrio interior para saber como agir de maneira correta diante de diferentes situações e pessoas

   O autoconhecimento lhe permitirá ter uma percepção mais ampla acerca dos próprios valores e da forma como você interage com as pessoas, portanto, ao reconhecer suas forças e aceitar suas fraquezas você estará à caminho do seu crescimento, e isso dará trará maior autocontrole e satisfação interior.

   A fascinante jornada chamada busca interior lhe proporcionará a autoconfiança, que pode der traduzida na expectativa, consciência e fé na sua própria capacidade de realização, e nos poderes do seu subconsciente, também chamadas de inconsciente.

  O inconsciente ou subsconsciente é a camada mais profunda da mente humana; é como se fosse a parte oculta do enorme bloco de gelo que flutua nos águas geladas das regiões polares chamado iceberg, o inconsciente pode ser representado pela parte que fica abaixo da linha da água; é a menos usada e a mais poderosa. Cuidado, pois um iceberg foi responsável pelo naufrágio do transatlântico Titanic, que, até então, era considerado insubmergível pelos seus criadores e especialistas da época.

   Tudo que fazemos de forma automática pela força do hábito é comandado pela mente subconsciente. É como dirigir um automóvel enquanto se pensa na vida.

   Mahatma Ghandi já nos alertava sobre o fato de que nossos pensamentos geram ações, que praticadas de forma reiterada criam o hábito, que forma e consolida o nosso caráter, e ao final, determina qual será o nosso destino.

   Hoje, mais do que nunca, percebemos a importância que a sinceridade e os valores e princípios morais têm em nossas vidas e no desdobramento de nosso destino.  O dramaturgo William Shakespeare que se imortalizou com importantes obras como “Romeu e Julieta” e “Hamlet”, disse certa vez: “Para teu próprio proveito, sê verdadeiro”.

   O grande líder pacifista Mahatma Ghandi, responsável pelo movimento que libertou a Índia do domínio inglês com o uso da estratégia da não violência, deixou a lição de que somos nós os agentes da mudança que desejamos ver no mundo, pois tudo parte de nós e a nós retorna. Ghandi pensava e agia em conformidade com a lei mental e transpessoal da causa e efeito, onde a sabedoria e equilíbrio aplicados na interação humana produzem resultados positivos e pacificadores. A figura íntegra e as atitudes de Ghandi geravam forte empatia em seus adversários, provocando insights capazes de provocar mudança imediata na forma de pensar e agir.

   Ao tornar-se agente da mudança, você passa a se envolver, a se emocionar e orgulhar-se de suas escolhas, e tudo isso faz nascer a vontade ajudar as pessoas a se desenvolverem, e assim você dá início ao processo de aprendizagem contínuo e gratificante.

   A única coisa que podemos dar a outrem sem perdas é o conhecimento. O conhecimento tem efeito multiplicador de benefícios, a troca de conhecimentos é uma verdadeira negociação ganha-ganha em que ambas as partes saem vitoriosas e satisfeitas, gerando o chamado círculo virtuoso.

   A expansão da consciência humana, no sentido transcendental do cosmos tem o seu start no autoconhecimento.

  Distribua conhecimento, divida seu conhecimento. No ato de aprender e ensinar se encontra o segredo do desenvolvimento humano.


 site fonte: www.nelsontanuma.com.br

 

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A reflexão que conduz ao autoconhecimento



  Autor: Nelson Tanuma    

  O conhecimento acerca de nosso potencial e de nossas limitações são fundamentais, é preciso saber onde você está, para poder descobrir como se faz para chegar onde você quer, e, nesse processo de crescimento você precisará manter o seu equilíbrio interior para saber como agir de maneira correta diante de diferentes situações e pessoas.

   O autoconhecimento lhe permitirá ter uma percepção mais ampla acerca dos próprios valores e da forma como você interage com as pessoas, portanto, ao reconhecer suas forças e aceitar suas fraquezas você estará à caminho do seu crescimento, e isso dará trará maior autocontrole e satisfação interior.

   A fascinante jornada chamada busca interior lhe proporcionará a autoconfiança, que pode der traduzida na expectativa, consciência e fé na sua própria capacidade de realização, e nos poderes do seu subconsciente, também chamadas de inconsciente.

  O inconsciente ou subsconsciente é a camada mais profunda da mente humana; é como se fosse a parte oculta do enorme bloco de gelo que flutua nos águas geladas das regiões polares chamado iceberg, o inconsciente pode ser representado pela parte que fica abaixo da linha da água; é a menos usada e a mais poderosa. Cuidado, pois um iceberg foi responsável pelo naufrágio do transatlântico Titanic, que, até então, era considerado insubmergível pelos seus criadores e especialistas da época.

   Tudo que fazemos de forma automática pela força do hábito é comandado pela mente subconsciente. É como dirigir um automóvel enquanto se pensa na vida.

   Mahatma Ghandi já nos alertava sobre o fato de que nossos pensamentos geram ações, que praticadas de forma reiterada criam o hábito, que forma e consolida o nosso caráter, e ao final, determina qual será o nosso destino.

   Hoje, mais do que nunca, percebemos a importância que a sinceridade e os valores e princípios morais têm em nossas vidas e no desdobramento de nosso destino.  O dramaturgo William Shakespeare que se imortalizou com importantes obras como “Romeu e Julieta” e “Hamlet”, disse certa vez: “Para teu próprio proveito, sê verdadeiro”.

   O grande líder pacifista Mahatma Ghandi, responsável pelo movimento que libertou a Índia do domínio inglês com o uso da estratégia da não violência, deixou a lição de que somos nós os agentes da mudança que desejamos ver no mundo, pois tudo parte de nós e a nós retorna. Ghandi pensava e agia em conformidade com a lei mental e transpessoal da causa e efeito, onde a sabedoria e equilíbrio aplicados na interação humana produzem resultados positivos e pacificadores. A figura íntegra e as atitudes de Ghandi geravam forte empatia em seus adversários, provocando insights capazes de provocar mudança imediata na forma de pensar e agir.

   Ao tornar-se agente da mudança, você passa a se envolver, a se emocionar e orgulhar-se de suas escolhas, e tudo isso faz nascer a vontade ajudar as pessoas a se desenvolverem, e assim você dá início ao processo de aprendizagem contínuo e gratificante.

   A única coisa que podemos dar a outrem sem perdas é o conhecimento. O conhecimento tem efeito multiplicador de benefícios, a troca de conhecimentos é uma verdadeira negociação ganha-ganha em que ambas as partes saem vitoriosas e satisfeitas, gerando o chamado círculo virtuoso.

   A expansão da consciência humana, no sentido transcendental do cosmos tem o seu start no autoconhecimento.

  Distribua conhecimento, divida seu conhecimento. No ato de aprender e ensinar se encontra o segredo do desenvolvimento humano.

Site fonte: www.nelsontanuma.com.br

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

O "Dia do Cliente" merece algo a mais


Com o fortalecimento de criativas ações na área de marketing e, significativos estudos sobre o perfil do consumidor, gradativamente, o cliente passou a receber maior atenção, cordialidade e valorização. O dia 15 de setembro é um momento de entender, que o “Dia do Cliente” é fundamental, para a continuidade de um negócio. Um momento para perceber, o quanto a mudança no comportamento do consumidor, passa por alterações, partindo de uma ação centrada nos vendedores, para uma atuação centrada nos compradores e, como resultado, o compromisso de intensificar esforços para compreender como conquistar o cliente. Observe a seguir, como estimular a proeminência do desejo de encantar com empatia, respeito, comprometimento e profissionalismo.

Reconhecer os objetivos de compra – Conhecer o comportamento do consumidor é um processo em evolução. Entender os objetivos de compra possibilita exercitar a abordagem, além de gerar importante aprendizado sobre o perfil do consumidor. Note que alguns clientes apresentam como objetivo de compra, a aquisição de um automóvel por necessidade de deslocamento, entretanto, outras pessoas realizam a compra de um automóvel por status. Abordar o consumidor com expressões tipo: “Fala patrão! E aí tio! Manda meu chefe!”, além de demonstrar falta de profissionalismo, expõe nítido despreparo para o atendimento comercial. Perceba na prática, se durante sua abordagem comercial, o cliente demonstra atenção e interesse. Note, se sua abordagem, desperta atenção do consumidor, em ouvir suas argumentações. Lembre-se, reconhecer os reais objetivos da compra, são ingredientes essenciais para um profissional de vendas, que deseja fazer algo a mais, para encantar o cliente e permitir uma maior fidelização.

Fazer a diferença no serviço oferecido – No café da manhã de um hotel, a funcionária ao realizar a reposição dos alimentos disse: “Como pode! Essas pessoas parecem estar vazias por dentro. Em não dou conta de tanto repor os alimentos. Elas comem demais!” E eu, sentado, ouvindo tudo aquilo. Esta funcionária do hotel esqueceu que eu, também era um hóspede? A prestação de serviço é complexa, pois conta, com a participação do cliente, para que na prática aconteça. Esse desenvolvimento entre prestador de serviço e cliente também é uma grande oportunidade para encantar e fazer a diferença. Por ano, dispomos de 12 meses, 365 dias, 8.760 horas, para oferecer algo a mais no atendimento. E quantas pessoas desperdiçam as oportunidades? O treinamento constante é uma importante ferramenta para fazer a diferença no serviço oferecido. Prepare os profissionais da sua empresa, possibilitando que conheçam os processos e procedimentos que envolvem a prestação de serviço. Equipes treinadas, que entendem a funcionalidade da empresa, estão mais preparadas para lidar com situações diversas e imprevisíveis, que envolvem a execução de um serviço. Aproveite ao máximo as oportunidades para fazer a diferença.

Observe que interessante definição, para valorizar ainda mais o Dia do Cliente: “o meu desafio como gestor de negócios é o de jamais levar stress para o cliente”. Quantas empresas ao contrário de encantar, assustam com um péssimo atendimento. Você conhece alguma empresa assim? Quantos recomendariam seus serviços para outras pessoas? Qual será o comentário do comprador ao desligar o telefone após falar com sua empresa? Profissionais preocupados, com satisfação de seus clientes oferecerem algo a mais. Por meio da missão, visão e valores, buscam demonstrar na prática, compromisso com o comprometimento, comodidade, profissionalismo e vontade de fazer a diferença.


Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais" e do DVD com o tem “Comprometimento como fator de Diferenciação”. Visite o site: www.dalmir.com.br

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco


A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.



Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles. Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.



Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso.



Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:



- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;



- Aprender a pensar “fora da caixa”. O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.



- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;



- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;



- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,



Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.




Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco

A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.

Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles.  Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.

Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso. 

Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:

- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;

- Aprender a pensar "fora da caixa". O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.

- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;

- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;

- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,

Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.

 

Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Artigo: NÃO SAIA DE PERTO DO SEU CLIENTE

 
 

 

 

 

*Maurício Carmagnani

 

Você já se perguntou desde quando as pessoas fazem questão de divulgar suas idéias? A publicidade, por exemplo, já é um costume social desde a antiguidade. Já fizemos anúncios em tabuletas de argila, papiros, pinturas em paredes e gravações em rochas. Nosso flyers de hoje, ainda que em outro formato, podiam ser facilmente encontrados na antiga Grécia e Roma. Com o crescimento da economia e a evolução da comunicação, a propaganda passou a fazer parte da rotina de todos nós.

 

Cada vez mais, a relação de proximidade entre empresas e consumidores é fator decisivo durante o processo de tomada de decisão. Seja um serviço, ou o mais variado tipo de produto, é preciso fazer com que as pessoas reconheçam que precisam de algo e, além disso, que apenas a sua marca pode lhe satisfazer.  Por isso, surge a dúvida: como atingir mais de 6,7 bilhões de pessoas em tempos de comunicação instantânea, em que não há fronteiras de tempo ou espaço para a informação?

 

Na antiguidade, por exemplo, gado e alimentos eram o foco dos publicitários daquele tempo. Já no século XVII, livros, enciclopédias e medicamentos estampavam aquilo que daria origem aos jornais modernos. Nos anos 50, hábitos femininos em transformação eram retratados. Hoje, tudo é ou pode ser um objeto da publicidade. Médicos, artistas, a Ciência, governos e governantes, todos querem ser divulgados. A expressão "falem bem ou falem mal, mas falem de mim" nunca foi levada tão a sério.

 

Contudo, há uma superlotação dos meios convencionais de comunicação e os espaços para veiculação de mensagens correm o risco de serem obsoletos na percepção das pessoas. Por isso, o desenvolvimento de novas mídias nunca foi tão desejado por quem quer abrir canais de relacionamento com os públicos de interesse. O mais do mesmo já não acompanha a velocidade com que o mundo e a comunicação se transformam e se atualizam, deixando de dar conta do grande objetivo de uma mensagem publicitária: estimular o indivíduo em prol de determinada ideia.

 

Especialmente para os consumidores das gerações mais novas, interatividade e chances de dialogar com a propaganda são essenciais para o sucesso. Para essa aproximação, é preciso criar alternativas que fujam do usual. Nesse sentido, o merchandising é um ótimo exemplo para se analisar o processo de renovação de práticas já consolidadas.

 

Se antes a veiculação publicitária era feita em meios destinados exclusivamente a tal atividade, hoje já vemos até mesmo produtos que são usados para vender. Quem ainda não recebeu uma caixa de pizza com uma enorme propaganda estampada onde antes havia o telefone da pizzaria pode se preparar. As tradicionais listas telefônicas também ganharam uma nova roupagem.

 

A aproximação cliente/empresa depende cada vez mais da ousadia do anunciante, que não pode mais se submeter somente aos espaços exclusivos para publicidade. Você tem que se perguntar o que faz parte do cotidiano do seu consumidor. Caixas de leite, chaveiros, bonés e cadernos universitários fazem parte dessa rotina? Busque seus próprios espaços e conquiste seu lugar ao sol, de preferência bem ao lado do lugar do seu cliente.

 

*Maurício Carmagnani é diretor da DRT Mídia, empresa especializada no desenvolvimento de novas mídias. Administrador de empresas e MBA em Finanças, pela Thunderbird (The Garvin School of International Management)

 

 

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Seja Vendedor

A atividade profissional de vendas é uma das mais antigas do mundo. O comércio mundial sempre foi motivo para novas conquistas e até guerras. A profissão de vendas é uma mistura de arte e ciência. Arte pelo aspecto comportamental onde atributos como carisma, persistência e entusiasmo são reconhecidos como fundamentais para quem quer se dar bem nessa área e ciência porque requer o uso de técnicas de gestão, como o planejamento, marketing ou softwares específicos.
Mas como muitos já perceberam, goste ou não, todos somos vendedores. Para conquistar aliados precisamos vender nosso peixe, inspirar confiança e literalmente efetivar a venda.


Vamos ver como algumas técnicas de venda podem ajudar a sua carreira independente da sua área de atuação.
Conheça seu cliente. Todo vendedor que se preze conhece o seu cliente. Na hora do trabalho esqueça um pouco o lado da amizade e pense em seu próximo como um cliente que precisa ser bem atendido. Procure ter certeza e de forma clara o que o seu cliente interno necessita. Use e abuse da comunicação, levante da cadeira e vá conhecer a realidade do seu cliente. Faça com que todos de sua equipe tenham a mesma mentalidade e transforme o seu setor em um fornecedor de primeira linha.


Pesquise o seu cliente. Uma experiência muito válida seja ela individual ou em equipe é ir perguntar ao cliente o que ele espera ou do que precisa. Conheça os prazos do cliente, para quem ele está fornecendo, enfim, procure ter uma visão do todo. É uma rede e quanto mais você conhecer sobre ela melhor. Sugiro que você crie na sua empresa a Semana do Cliente. Uma semana onde todos possam visitar e conhecer um pouco mais sobre o trabalho alheio. Será ainda melhor se puderem conhecer o cliente externo também.

Faça o pós-vendas. Na basta entregar, tem de se certificar se ficou a contento. Tenha o hábito de após a entrega do trabalho ou produto perguntar se está tudo bem ou o que pode ser melhorado. Dê um show no atendimento e deixe claro que o seu cliente pode sempre contar com você.

Faça parte da solução e não do problema. Não complique as coisas e seja maleável. Aprenda a negociar e a ceder também, não fique o tempo todo querendo implementar somente a sua ideia. Dê sugestões de melhoria e seja ativo no processo. Integre sua equipe com a do seu cliente, faça com que todos se conheçam melhor, inclusive com atividades de integração e lazer. Quando as pessoas se conhecem tudo fica mais fácil e aquele chopinho de sexta-feira faz milagres na solução de problemas.


Surpreenda o cliente e tenha entusiasmo. Dê ao seu cliente o que ele não espera. Não faça somente o básico. Pense em como aprimorar o trabalho, ajudar de forma efetiva. Demonstre entusiasmo por estar participando desse projeto ou por estar ajudando. Mostre que você se importa e seja o maior exemplo. O entusiasmo é altamente contagiante é vai fazer com que todos de sua equipe tenham a mesma visão. Evite rixas ou briguinhas tolas com o cliente. Caso não dê para atender diga a razão de forma clara e mostre a ele os seus problemas para não fazer determinada tarefa. Aprender a dizer não é uma forma de ser honesto com o próximo.


O cliente existe para todos. Sempre fornecemos algo para alguém e a empresa moderna é aquela que tem o foco no cliente e do cliente. Este processo tem e começar de dentro para fora da empresa. Faça a sua parte. Você vai ver que logo, logo será um expert em vendas


Paulo Araújo
Conteúdo, interação e bom humor em suas palestras!
Conheça seus livros, artigos, palestras e clientes no site www.pauloaraujo.com.br
Entre em contato e peça uma proposta de palestra pelo telefone (41) 3267 6761 - Curitiba - PR ou pelo e-mail contato@pauloaraujo.com.br

quarta-feira, 31 de março de 2010

Motivos para Vencer! (Palestrante Sérgio Dal Sasso)

Motivos para vencer!

“Tudo vale na produção dos sonhos, mas a capacidade só é justificada quando se transforma em competência e nisso, sempre se fará valer o preciosismo do observador diante dos detalhes para que esteja em linha direta com os objetivos.” (SDS)

Veja o vídeo: Textos de Sérgio Dal Sasso. Clique na figura abaixo!



“O ontem te avalia e pelo amanhã sempre será cobrado. Tenha intimidade pelo que pode fazer agora!” (SDS)

Sérgio Dal Sasso

Palestras Inteligentes em: Administração, Empreendedorismo, Vendas e Educação Profissional.

www.sergiodalsasso.com.br

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Encontro de teorias tradicionais gera inovação em treinamentos corporativos

 
Encontro de teorias tradicionais gera inovação em treinamentos corporativos
(*) Por Daniel Spinelli


Dar sequência ao conhecimento adquirido em treinamentos experienciais, dando a eles objetivo e aplicabilidade no dia a dia. Esse pode ser considerado um dos maiores desafios de um treinamento empresarial. Enquanto algumas organizações estão saturadas pelos treinamentos em sala de aula, outras estão decepcionadas com a falta de resultado prático, risco que correm ao contratar aleatoriamente treinamentos experienciais. Sejam eles compostos por dinâmicas realizadas ao ar livre ou associados a atividades diferenciadas, como o turismo de aventura, é fundamental que uma equipe de facilitadores esteja apta a conduzir os par ticipantes por um processo de aprendizagem efetiva para que este cumpra seu papel e que não reste somente a sensação de se ter passado um ótimo dia fazendo coisas diferentes na companhia de colegas de trabalho.

Para potencializar os resultados de treinamentos comportamentais aplicáveis no ambiente organizacional é que surge a união de dois conceitos consagrados: Analise Transacional e Educação Experiencial. Ao propor um novo ciclo de aprendizagem onde estas duas metodologias possam ser utilizadas conjuntamente, os treinamentos ao ar livre ganham uma nova propulsão, pois há a oportunidade de o participante compreender melhor seu próprio processo de aprendizagem, uma vez que participa dele ativamente e de forma mais consciente. Esta fusão está começando a ser aplicada em treinamentos empresariais, em especial de liderança e fortalecimento de equipes, com um bom nível de sucesso.

A visão de educação corporativa do treinamento que une as teorias Transacional e Experiencial é de que a educação tem como objetivo a formação do caráter, cujo resultado é forjado fora da sala de aula, momento em que as pessoas estão livres da maioria dos sentimentos que as rondam em seu dia a dia e por isso mais abertas a receberem novos conceitos e receptivas a auto-percepção e a sugestões de mudança de comportamento.

Como uma oportunidade de perpetuar antigos objetivos e atender novos ideais de desenvolvimento humano, a fusão das metodologias traz novas perspectivas para a tão necessária área de desenvolvimento de pessoas nas empresas. Os principais benefícios são: maior entendimento do participante em relação ao seu processo de desenvolvimento, melhoria dos instrumentos de auto-percepção e de auto-monitoramento, bem como, mais subsídios para o planejamento dos trabalhos. A longo prazo o que se espera de tudo isso são organizações com seres humanos mais conscientes da importância do seu papel para os resultados de si mesmos, do seu grupo, da empresa em que atua e da sociedade.

 

(*) Daniel Spinelli é diretor da PS Treinamento Empresarial, empresa pioneira na aplicação conjunta das teorias Experiencial e Transacional. Esta fusão tem sido aplicada pela PS Treinamento há cerca de três anos, oferecendo excelentes resultados práticos. Daniel também é consultor de desenvolvimento humano e vice-presidente da ABETA (Associação Brasileira de Empresas de Turismo de Aventura).
www.pstreinamentoempresarial.com.br; daniel@pstreinamentoempresarial.com.br.